Etiquetas

domingo, 9 de janeiro de 2022

O diletantismo - Eça de Queirós

 O diletantismo de Fradique Mendes:

“De sorte que dele bem se pode dizer que foi o devoto de todas as religiões, o partidário de todos os partidos, o discípulo de todas as filosofias — cometa errando através das ideias, embebendo-se convictamente nelas, de cada uma bebendo um acréscimo de substância, mas em cada uma deixando alguma coisa do calor e da energia do seu movimento pensante. Aqueles que imperfeitamente o conheciam classificavam Fradique como um diletante. […]
O diletante, com efeito, corre entre as ideias e os factos como as borboletas correm entre as flores, para pousar, retomar logo o voo estouvado, encontrando nessa fugidia mutabilidade o deleite supremo.
Fradique, porém, ia como a abelha, de cada planta pacientemente extraindo o seu mel: — quero dizer, de cada opinião recolhendo essa «parcela de verdade» que cada uma invariavelmente contém, desde que homens, depois de outros homens, a tenham fomentado com interesse ou paixão.”

A Correspondência de Fradique Mendes, Eça de Queirós

Como identificar uma obra de arte - Eça de Queirós

“Nas manhãs de nevoeiro, numa rua de Londres, há dificuldade em distinguir se a sombra densa, que ao longe se empasta, é a estátua dum herói ou o fragmento dum tapume. Uma pardacenta ilusão submerge toda a cidade — e com espanto se encontra numa taverna, quem julgara penetrar num templo. Ora para a maioria dos espíritos, uma névoa igual flutua sobre as realidades da Vida e do Mundo. Daí vem que quase todos os seus passos são transvios, quase todos os seus juízos são enganos; e estes constantemente estão trocando o Templo e a Taverna. Raras são as visões intelectuais, bastante agudas e poderosas, para romper através da neblina e surpreender as linhas exactas, o verdadeiro contorno da Realidade. Eis o que eu queria tartamudear».


Excerto de uma pretensa carta de Fradique Mendes a Antero de Quental,
in “A Correspondência de Fradique Mendes”, Eça de Queirós.

O amor platónico - Eça de Queirós

 O AMOR PLATÓNICO

Sabemos o que sente o homem que ama platonicamente, mas raramente pensamos no que sentirá a mulher, quando se apercebe de que é amada platonicamente.
“Só a porção de Matéria que há no homem faz com que as mulheres se resignem à incorrigível porção de Ideal, que nele há também — para eterna perturbação do Mundo. O que mais prejudicou Petrarca, aos olhos de Laura, foram os Sonetos. E quando Romeu, já com um pé na escada de seda, se demorava, exalando o seu êxtase em invocações à Noite e à Lua — Julieta batia os dedos impacientes no rebordo do balcão, e pensava: «Ai, que palrador que és, filho dos Montaigus!». Este detalhe não vem em Shakespeare — mas é comprovado por toda a Renascença.”

(in A Correspondência de Fradique Mendes, Eça de Queirós)

O dia de uma mulher de hoje em Lisboa (1871) - Eça de Queirós

 O DIA DE UMA MULHER DE HOJE, EM LISBOA

“Tome V. uma mulher de hoje, em Lisboa por exemplo, e siga-a durante o seu dia. Ergue-se pela manhã, embrulha-se numa robe de chambre e encontra logo nas simples ordens a dar as mil complicações da civilização. É o candeeiro de gás que tem um escape e que é necessário mandar consertar; um telegrama a expedir por causa de um parente que chega no paquete da Madeira; um recado a uma amiga para combinar a hora a que ambas irão à Câmara ouvir falar o Rufino; depois, tem que organizar o menu, porque há amigos a jantar; arranjar flores da Praça da Figueira, fazer almoçar e seguir os rapazes para o liceu; vigiar a criada que anda a espanejar os bibelots na sala; depois, há ainda o Diário de Notícias a percorrer e o Correio da Manhã a ler, a fechar-se no quarto para escrever a sua correspondência, e por último tratar da questão do criado, que se despediu por birra com o cozinheiro... Só então se pode ocupar da sua toilette, e finalmente vai almoçar. Às duas horas chega a amiga, e, metidas numa tipóia, lá vão ambas para as Câmaras. Aí, sessão tumultuosa, eloquência do Rufino, aplausos, olhadelas aos deputados, tagarelice, rosa divina nos intervalos. Finda a sessão, vai até à Baixa, dá uma volta pela Avenida, entra em várias lojas, sobe à modista, e, à última hora, apressa-se para casa onde a esperam mais cuidados domésticos: é uma nova discussão com o cozinheiro, um prato que é preciso substituir e todas as graves preocupações da toilette para o jantar. Por fim, encontra-se à mesa entre os seus convidados: sorrisos, conversa, discussão sobre política, notícias, cancãs, boatos, maledicência. Os homens acendem os charutos — e seguem todos para o teatro, a ouvir a nova opereta. À uma da madrugada, volta sonolenta para casa: chá, romance para adormecer — e marido roncando ao lado, com um lenço de seda amarrado na cabeça...”
Correspondência de Fradique Mendes, Eça de Queirós

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

O artista é alguém sem cara - Boltanski - José Maçãs de Carvalho

A questão aqui passa muito pela receção e apropriação por parte do leitor. O C. Boltanski diz uma coisa muito simples e muito esclarecedora:

“O artista é alguém sem cara; é somente o desejo de outros. O artista é como alguém em frente a um espelho e cada pessoa que olha para o reflexo dirá “Ah sim, sou eu”. O artista deve falar da sua aldeia e, assim, essa aldeia torna-se a aldeia de cada um.” 

E pronto, assim esclarece-se a criação artística, mesmo a mais autorreferencial.


José Maçãs de Carvalho 


É a alegria que me comove, mais do que a tragédia - Miguel Esteves Cardoso

 É a alegria que me comove, mais do que a tragédia.


Miguel Esteves Cardoso, 9/5/2014, Público 

Bidault foi a Pisa

"Camaradas, Bidault (ministro francês dos Negócios Estrangeiros) foi a Pisa. E sabem, camaradas, o que ele, Bidault, viu em Pisa? Ele viu a torre, camaradas. E sabem como é que ele a viu, a torre, camaradas? Ele, Bidault, viu-a direita. E o que é que isso prova, camaradas? Isso prova, camaradas, que é ele, Bidault, que está torto." - discurso de um dirigente comunista, em 1952, segundo Gérard Genette.


"Um partido político é uma organização construída de maneira a exercer uma pressão colectiva sobre o pensamento de cada um dos seus membros."

"O único fim de um partido é o seu próprio crescimento, sem nenhum limite. Todo o partido é totalitário em germe e em aspiração."

Simone weill

El amor - Jacques Lacan

 El amor es dar lo que no se tiene a alguien que no es. 

Jacques Lacan

Vicente - Miguel Torga

           Naquela tarde, à hora em que o céu se mostrava mais duro e mais sinistro, Vicente abriu as asas negras e partiu. Quarenta dias eram já decorridos desde que, integrado na leva dos escolhidos, dera entrada na Arca. Mas desde o primeiro instante que todos viram que no seu espírito não havia paz. Calado e carrancudo, andava de cá para lá numa agitação contínua, como se aquele grande navio onde o Senhor guardara a vida fosse um ultraje à criação. Em semelhante balbúrdia - lobos e cordeiros irmanados no mesmo destino -, apenas a sua figura negra e seca se mantinha inconformada com o procedimento de Deus. Numa indignação silenciosa, perguntava:- a que propósito estavam os animais metidos na confusa questão da torre de Babel? Que tinham que ver os bichos com as fornicações dos homens, que o Criador queria punir? Justos ou injustos, os altos desígnios que determinavam aquele dilúvio batiam de encontro a um sentimento fundo, de irreprimível repulsa. E, quanto mais inexorável se mostrava a prepotência, mais crescia a revolta de Vicente.

           Quarenta dias, porém, a carne fraca o prendeu ali. Nem mesmo ele poderia dizer como descera do Líbano para o cais de embarque e, depois, na Arca, por tanto tempo recebera das mãos servis de Noé a ração quotidiana. Mas pudera vencer-se. Conseguira, enfim, superar o instinto da própria conservação, e abrir as asas de encontro à imensidão terrível do mar.

           A insólita partida foi presenciada por grandes e pequenos num respeito calado e contido. Pasmados e deslumbrados, viram-no, temerário, de peito aberto, atravessar o primeiro muro de fogo com que Deus lhe quis impedir a fuga, sumir-se ao longe nos confins do espaço. Mas ninguém disse nada. O seu gesto foi naquele momento o símbolo da universal libertação. A consciência em protesto activo contra o arbítrio que dividia os seres em eleitos e condenados.

           Mas ainda no íntimo de todos aquele sabor de resgate, e já do alto, larga como um trovão, penetrante como um raio, terrível, a voz de Deus:

           - Noé, onde está o meu servo Vicente?

           Bípedes e quadrúpedes ficaram petrificados. Sobre o tombadilho varrido de ilusões, desceu, pesada, uma mortalha de silêncio.

           Novamente o Senhor paralisara as consciências e o instinto, e reduzia a uma pura passividade vegetativa o resíduo da matéria palpitante.

           Noé, porém, era homem. E, como tal, aprestou as armas de defesa.

            - Deve andar por aí...Vicente! Vicente! Que é do Vicente?!...

           Nada.

            - Vicente!...Ninguém o viu? Procurem-no!

           Nem uma resposta. A criação inteira parecia muda.

            - Vicente! Vicente! Em que sítio é que ele se meteu?

            Até que alguém, compadecido da mísera pequenez daquela natureza, pôs fim à comédia.

            - Vicente fugiu...  

            - Fugiu? Fugiu como?

            - Fugiu...Voou...

            Bagadas de suor frio alagaram as têmporas do desgraçado. De repente, bambearam-lhe as pernas e caiu redondo no chão

            Na luz pardacenta do céu houve um eclipse momentâneo. Pelas mãos invisíveis de quem comandava as fúrias, como que passou, rápido, um estremecimento de hesitação.

            Mas a divina autoridade não podia continuar assim, indecisa, titubeante, à mercê da primeira subversão. O instante de perplexidade durou apenas um instante. Porque logo a voz de Deus ribombou de novo pelo céu imenso, numa severidade tonitruante.

             - Noé, onde está o meu servo Vicente?

             Acordado do desmaio poltrão, trémulo e confuso, Noé tentou justificar-se.

             - Senhor, o teu servo Vicente evadiu-se. A mim não me pesa a consciência de o ter ofendido, ou de lhe haver negado a ração devida. Ninguém o maltratou aqui. Foi a sua pura insubmissão que o levou... Mas perdoa-lhe, e perdoa-me também a mim... E salva-o, que, como tu mandaste, só o guardei a ele...

             - Noé!...Noé!...

             E a palavra de Deus, medonha, toou de novo pelo deserto infinito do firmamento. Depois, seguiu-se um silêncio mais terrível ainda. E, no vácuo em que tudo parecia mergulhado, ouvia-se, infantil, o choro desesperado do Patriarca, que tinha então seiscentos anos de idade.

             Entretanto, suavemente, a Arca ia virando de rumo. E a seguir, como que guiada por um piloto encoberto, como que movida por uma força misteriosa, apressada e firme - ela que até ali vogara indecisa e morosa ao sabor das ondas -, dirigiu-se para o sítio onde quarenta dias antes eram os montes da Arménia.

             Na consciência de todos a mesma angústia e a mesma interrogação. A que represálias recorreria agora o Senhor? Qual seria o fim daquela rebelião?

             Horas e horas a Arca navegou assim, carregada de incertezas e terror. Iria Deus obrigar o corvo a regressar à barca? Iria sacrificá-lo, pura e simplesmente, para exemplo? Ou que iria fazer? E teria Vicente resistido à fúria do vendaval, à escuridão da noite e ao dilúvio sem fim? E, se vencera tudo, a que paragens arribara? Em que sítio do universo havia ainda um retalho de esperança?

             Ninguém dava resposta às próprias perguntas. Os olhos cravavam-se na distância, os corações apertavam-se num sentimento de revolta impotente, e o tempo passava.

             Subitamente, um lince de visão mais penetrante viu terra. A palavra, gritada a medo, por parecer ou miragem ou blasfémia, correu a Arca de lés a lés como um perfume. E toda aquela fauna desiludida e humilhada subiu acima, ao convés, no alvoroço grato e alentador de haver ainda chão firme neste pobre universo. 

             Terra! Nem planaltos, nem veigas, nem desertos. Nem mesmo a macicez tranquilizadora dum monte... Mas bastava. Para quantos o viam, o pequeno penhasco resumia a grandeza do mundo. Encarnava a própria realidade deles, até ali transfigurados em meros fantasmas flutuantes. Terra! Uma minúscula ilha de solidez no meio dum abismo movediço, e nada mais importava e tinha sentido.

              Terra! Desgraçadamente, a doçura do nome trazia em si um travor. Terra...Sim, existia ainda o ventre quente da mãe. Mas o filho? Mas Vicente, o legítimo fruto daquele seio?

               Vicente, porém, vivia. À medida que a barca se aproximava, foi-se clarificando na lonjura a sua presença esguia, recortada no horizonte, linha severa que limitava um corpo, e era ao mesmo tempo um perfil de vontade.

  Chegara! Conseguira vencer! E todos sentiram na alma a paz da humilhação vingada.

  Simplesmente, as águas cresciam sempre, e o pequeno outeiro, de segundo a segundo, ia diminuindo.

  Terra! Mas uma porção de tal modo exígua, que até os mais confiados a fixavam ansiosamente, como a defendê-la da voragem. A defendê-la e a defender Vicente, cuja sorte se ligara inteiramente ao telúrico destino.

  Ah, mas estavam "rotas as fontes do grande abismo e abertas as cataratas do céu!" E homens e animais começaram a desesperar diante daquele submergir irremediável do último reduto da existência activa. Não, ninguém podia lutar contra a determinação de Deus. Era impossível resistir ao ímpeto dos elementos, comandados pela sua implacável tirania.

 Transida, a turba sem fé fitava o reduzido cume e o corvo pousado em cima. Palmo a palmo, o cabeço fora devorado. Restava dele apenas o topo, sobre o qual, negro, sereno, único representante do que era raiz plantada no seu justo meio, impávido, permanecia Vicente. Como um espectador impessoal, seguia a Arca que vinha subindo com a maré. Escolhera a liberdade, e aceitara desde esse momento todas as consequências da opção. Olhava a barca, sim, mas para encarar de frente a degradação que recusara.

 Noé e o resto dos animais assistiam mudos àquele duelo entre Vicente e Deus. E no espírito claro ou brumoso de cada um, este dilema, apenas: ou se salvava o pedestal que sustinha Vicente, e o Senhor preservava a grandeza do instante genesíaco - a total autonomia da criatura em relação ao criador -, ou, submerso o ponto de apoio, morria Vicente, e o seu aniquilamento invalidava essa hora suprema. A significação da vida ligara-se indissoluvelmente ao acto de insubordinação. Porque ninguém mais dentro da Arca se sentia vivo. Sangue, respiração, seiva de seiva, era aquele corvo negro, molhado da cabeça aos pés, que, calma e obstinadamente, pousado na derradeira possibilidade de sobrevivência natural, desafiava a omnipotência.

 Três vezes uma onda alta, num arranco de fim, lambeu as garras do corvo, mas três vezes recuou. A cada vaga, o coração frágil da Arca, dependente do coração resoluto de Vicente, estremeceu de terror. A morte temia a morte.

 Mas em breve se tornou evidente que o Senhor ia ceder. Que nada podia contra àquela vontade inabalável de ser livre.

 Que, para salvar a sua própria obra, fechava, melancolicamente, as comportas do céu.

Um homem apaixonado - Karl Ove Knausgard

Se, e de um modo geral, todos os seis volumes deste complexo projeto romanesco são uma tentativa de resposta à pergunta "Quem eras tu quando não te lembravas que existias?", em "Um homem apaixonado" o que sobressai parece ser a procura da razão do acto de escrever e a definição de limites para a luta que é travada entre o tempo necessário para a escrita e o da dedicação aos filhos, que muitas vezes parecem ser inconciliáveis. Knausgard sente-se aprisionado na vida familiar - na sua recente função de pai, que o obriga a mudar fraldas e a passear os bebés sem lhe deixar tempo para escrita - e por vezes pensa em fugir; mas por outro lado sabe bem que aquela clausura lhe é essencial para poder chegar ao fim sem recear o passado. A vida familiar surge como uma necessidade mas, ao mesmo tempo, como impedimento ao exercício solitário da literatura. Por sentir, como pai, que a vida que vive não é a sua, a escrita passa por essa "luta" de tornar "sua" a vida que vive. "O que nada tinha  a ver com a minha falta de vontade de limpar o chão ou de mudar fraldas, mas se passava a um nível mais fundamental: a vida à minha volta não tinha sentido, eu ansiava a todo o momento por me ver livre dela e, com efeito, mantinha-me sempre como que à distância. Portanto, a vida que eu vivia não era a minha própria vida. Tentava torná-la minha, essa era a minha luta".

Primavera Secreta - MEC

Na quarta-feira de manhã chegaram as primeiras chuvas. Depois do almoço voltou o sol. Numa rua de Almoçageme um homem disse "que dia bonito: choveu de manhã e de tarde está calor". As pessoas andavam ansiosas: nunca mais vinha a chuva para "levar o pó" acumulado ao longo do Verão. Para todas as plantas que ninguém rega e que dependem apenas do céu foi um banho de felicidade depois de dois meses de secura, seguido por uma secagem soalheira, mais deliciosa por terem as folhas molhadas. Na estrada que vai do Pé da Serra de Sintra à Malveira da Serra, seguindo a costa e as encostas, as ervas e os arbustos cintilavam, verdejantes. Para muitas espécies está a decorrer uma Primavera secreta, paralela ao acastanhamento do Outono. Há flores do fim de setembro, roxas e misteriosas.

Fomos à praia. A água estava só um pouco mais quente do que o ar. Vimos três arco-íris no céu. Apesar dos vestígios das barbaridades do Verão, devolvidos pelo vento de Sul, a água estava mais clara e mais leve do que é costume. Era da água doce e novinha lá caída durante a manhã. O oceano tinha sido diluído e adoçado. As duas águas ainda não estavam habituadas uma à outra: ainda estavam a conhecer-se, antes de se misturarem.
Não estava mais ninguém dentro de água. O dia tinha sido classificado "de chuva", só porque tinha chovido de manhã. Mas tornou-se numa boa tarde de praia. As primeiras chuvas são sempre bem-vindas. As outras, que começaram hoje, já não sei.

Miguel Esteves Cardoso, Público, 27 de setembro de 2013

Black Adder

Tens um intelecto de morsa e um refinamento de penico.

Somos tão parecidos como duas gotas de água diferentíssimas.

Estou cansada como um cão sem pernas depois de subir a um monte.

Todas as manhãs a gazela - provérbio

"Todas as manhãs a gazela acorda sabendo que tem que correr mais veloz que o leão ou será morta. Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deve correr mais rápido que a gazela ou morrerá de fome. Não importa se és um leão ou uma gazela: quando o sol desponta o melhor é começares a correr" 

Provérbio